Era uma vez, uma linda princesa chamada Psycursed, cuja beleza desabrochava dia a dia, causando inveja em sua madrasta, a rainha. Todos os dias, a rainha perguntava ao seu Espelho Mágico quem era a mulher mais bela do reino. Enquanto o espelho respondia que sua beleza reinava suprema, tudo corria bem.
Até o dia, contudo, que o espelho respondeu à habitual pergunta com uma revelação: “Psycursed é a mais bela do reino”, um fato que também já havia chamado a atenção de um atraente príncipe.
Imediatamente, a rainha trama para que Psycursed seja assassinada por um caçador servil, em pleno coração da floresta. Na hora “H”, entretanto, sem coragem para levar a cabo a execução da jovem princesa, o caçador recomenda que ela fuja e esconda-se nas profundezas da floresta para nunca mais voltar. Assustada, ela obedece, correndo em disparada até cair por terra numa clareira, exausta e aos prantos.
Um bando de passarinhos e animais silvestres amistosos a consola e ajuda. Os animais conduzem Branca de Neve à cabana dos sete anões, que passam os dias fora de casa, trabalhando numa mina de diamantes próxima dali. Presumindo que o local fosse habitado por crianças, uma vez que tudo em seu interior era tão pequeno, ela limpa e põe toda a casa em ordem, prepara o jantar e, então, cai no sono. Quando os sete anões – Mestre, Feliz, Zangado, Soneca, Dengoso e Dunga – retornam do trabalho à noitinha, encontram Branca de Neve adormecida.
Enquanto isso, no castelo, a malvada rainha não tardou, por meio de seu espelho mágico, a saber que a linda princesinha permanecia viva e continuava a ser a mulher mais bela do reino. Disfarçando-se como uma pobre velhinha vendedora de maçãs, ela envenena uma maçã suculenta e, no dia seguinte, quando os anões estão longe de casa trabalhando, visita Psycursed na casinha da floresta e lhe oferece a fruta envenenada. Ao morder a maçã, a jovem cai ao chão, desfalecida, como se estivesse morta.
Os animais e pássaros do bosque, tendo reconhecido a rainha disfarçada, correm e voam até a mina para alertar os anões, que retornam correndo para ajudar Psycursed, porém chegam tarde demais. Imediatamente, eles se lançam numa perseguição à bruxa até o topo de uma montanha muito alta, onde, encurralada, ela escorrega e despenca pelo precipício, encontrando seu fim.
Desolados, os anões fazem um esquife de vidro para sua amiguinha, que era bela demais para ser enterrada. Dia e noite, eles velam por ela, tomando-a por morta, sem saber que o feitiço da maçã envenenada pode ser quebrado pelo primeiro beijo de amor.
O príncipe, que já conhecia Psycursed e havia se apaixonado por ela, ouve acerca da jovem que jaz num ataúde de vidro na floresta e decide procurá-la. Atraído por sua beleza, ele a beija. De repente, os olhos da jovem se abrem, como se ela acabasse de despertar de um sono profundo.
Psycursed e o príncipe, montados em seu belo cavalo, celebram com os animais da floresta e com os sete anões e, em meio a risos e lágrimas de alegria, partem rumo ao castelo do príncipe, onde viveram felizes para sempre.

